terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Bronhas na infância

Não sei se por causa daquela experiência na piscina, comecei a gostar mais de falar sobre sexo com meus colegas. Nessa época, ainda com uns 7-8 anos, não tinha acesso a revistas pornôs e muito menos a filmes (nem existia videocassete ainda), então a gente ficava mais mostrando o pinto um para o outro, sempre no fundo do quintal ou no quarto quando não tinha ninguém em casa. Quase todos os meninos da rua faziam aquilo, era uma coisa meio inocente, curiosidade de ver um o pau do outro, quase sempre mole, as vezes esfregávamos eles o que dava muito prazer. Um dia, no quarto da casa de um amigo, nós 4 brincando, um deles apostou alguma coisa e venceu, sendo que o castigo era colocar o pau dele na boca. Contrariado o perderdor aceitou e então com um espanto que me fez registrar essa cena na mente por todos esses anos, vi o primeiro ensaio de sexo oral da minha vida. E acreditem, a inocência da situação era clara, nem o pinto do vencedor ficou duro, nem o perdedor chupou, apenas colocou na boca, mas ali vi que as brincadeiras entre meninos podiam ir mais longe.
Numa de nossas  reuniões de exibicionismo (que eu mesmo organizava pois cada vez me envolvia mais com tudo aquilo), lembrando da mulher nua na piscina, comecei a punhetar na frente deles que estavam apenas mostrando o pau. Gozei deliciosamente com a platéia olhando. A partir daí, gozar fazia parte da brincadeira e me fascinava ver meus amigos gozando, muitas vezes com os pintos encostados um no outro.
Com o tempo ficamos apenas em 4 moleques bronheiros e exibicionistas. Punhetávamos pensando nas meninas na educação física, na gostosa da vizinha, na irmã do outro....não havia um dia sem punheta.
Numa dessas eu e um amigo ficamos na janela do quarto dele vendo uma menina na rua, abaixamos as calças e começamos a sessão. Espremidos na janela, numa sensação boa de companheirismo na punheta e tesão, com o gozo quase vindo, eis que entra a mãe dele no quarto! Pior, ele ja tava começando a gozar!
Subindo as calças desesperadamente,  levamos uns safanões, eu fui embora e ele apanhou ainda mais. Não sei como é gozar e apanhar da mãe, mas deve ser horrível.  Felizmente nunca tive esse problema.
Toda vez que me pegaram no flagra em casa, me deixaram em paz. Acho que tive sorte.....

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